6.2.12

Texto Original por C.C (One Shot)


Chovia torrencialmente quando ela saiu. O seu mordomo acompanhava-a segurando-lhe o guarda chuva. O marido estava fora até ao final da semana, uma boa altura para ir encontrar o amante. Sabia que a fila era enorme mas não esperava tamanha grandeza. Ultrapassa todas e mais algumas e quem protestou foi atirado ao chão. Abre a porta sem quaisquer formalidades, sabia que ele estava sozinho. Com o mordomo a guardar a porta nada a impediria de fazer o que a tinha levado até ali.
- Senhora, não sabia que viria hoje. sorri ele.
Ela aproxima-se e agarra-o pela gravata.
- Eu posso vir sempre que quiser. Afinal, tu já és meu.
Satisfeito com a resposta ele agarra-a pela cintura e dá-lhe um beijo ardente. Ela desaperta-lhe os botões da camisa deixando-o em tronco nu.
- O que vai ser hoje, senhora? - pergunta enquanto a deita na cama.
- Tudo.
Ele tira-lhe o vestido, a lingerie preta brilhava. A sua lingua percorre o corpo dela, desde a barriga aos seios e ao pescoço. Ela cravava as unhas nas costas dele fazendo com que ele ficasse ainda mais excitado. A lingua dela percorre-lhe o pescoço enquanto a mão entra nas calças dele. Estando já nus, pele sobre pele, ele penetra-a com toda a intensidade e desejo fazendo-a gemer. Ela era a única mulher que conseguia fazer com que ele se libertasse. Talvez fosse amor, quem sabe. A noite termina para eles, já vestida ela mete uma nota em cima da cama.
- Mereceste-a.
Ele sorri para ela.
- Sabe que consigo não o faço por dinheiro, não sabe?
- Chama-lhe incentivo. E já agora, quando é que deixas estas porcas e te dedicas exclusivamente a mim?
- Quando aceitar a minha proposta de fugir comigo.
Ela faz-lhe uma caricia na cara.
- É por isso que eu te amo. Passar bem.
E com isto sai do quarto deixando-o sozinho a tocar na face de onde a mão dela tinha saido à instantes.
- Um dia eu hei-de ser só teu, milady.
Já na carruagem o mordomo observava a sua senhora.
- Se tens algo a dizer diz. - fala ela apanhando-o de surpresa.
- Não minha senhora.
- Queres saber porque traio o meu marido não é?
- Não, a vida pessoal da minha senhora a mim nada diz respeito.
- Tanta subtileza. - afirma ela com esgar.
- Perdoai-me se a ofendi.
- Não de todo. Mas bom vou contar-te.
- Se assim deseja...
- Eu nunca quis casar-me com o meu marido. Já olhas-te bem para a diferença de idades? Mas pronto, o meu pai era amigo dele e num estupido jogo de póquer apostou-me como se fosse uma casa. Se o meu marido ganhasse eu casaria com ele. O resto já podes adivinhar. O meu pai perdeu e eu tive de cumprir uma promessa que não era minha.
- Devia ter fugido. Não é o que o rapaz quer também?
Ela suspira.
- Por muito irresponsável que eu pareça e seja, eu sei que não posso ir-me embora assim. Eu estava à espera que o meu marido morresse ou tomasse a iniciativa do divórcio.
- Não se pode ter tudo minha senhora.
- A quem o dizes... - volta ela a suspirar contemplando o céu.

6 comentários:

  1. Está tão kawaii...
    A C.C não vai continuar a história??

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  2. Eu vou me informar com a C.C... Pode deixar, Riku!

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  3. Tem uma fanfic nova da C.C, que é um conto yaoi.
    Eu sugiro para você, Riku!
    Eu li o primeiro capítulo e achei fixe!

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  4. Oi Mel... voltei, ontem tive que sair...
    Obrigada pela sugestão irei ler.

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