20.6.15

Sight of Sea Capítulo XIII por Kisu


Capítulo XIII - Minha Paz… Roubada…

            Ouvia as ondas batendo no casco danificado do navio. Os piratas haviam consertado a maior parte dos piores estragos, mas o navio teria de ser consertado e impermeabilizado em sua totalidade e até lá teria que aguentar na base do improviso.
           Encostei a cabeça na madeira fria e fechei os olhos. Kyle estava morto por minha culpa e não havia nada que eu pudesse fazer para acabar com o frio que me tomava. Não me refiro ao frio daqui do armazém nos andares mais baixos e sombrios do navio, mas sim a algo mais profundo que não se esvairia mesmo com cobertores. Minha alma estava congelada e machucada… entenderia se fosse apenas pelo falecimento do rei, mas não compreendia por que motivo o Kyle ter morrido me afetava tanto… seria eu o culpado? Se não tivesse tentado escapar, ele estaria vivo? Mas, por que me importava?

           Me encolhi e virei o corpo para o lado. Não havia escotilhas, janelas, nem uma única fresta de luz, apenas uma lâmpada balançando triste com uma pequena vela queimando quieta em seu interior a alguma distância de onde estava sentado com meus pés e mãos acorrentados por grilhões.
       Abri os olhos e os dirigi para a porta parcialmente escondida por alguns dos barris de suprimentos adquiridos com o último câmbio na parada de Nab’ha. John entrou e veio calmo em minha direção.
        Sem entender, eu observava suas mãos mexendo rápidas a retirar os grilhões que me prendiam e quando o último deles caiu no chão de madeira provocando um baque, ele me pediu para acompanhá-lo. Então era isso, era assim que eu terminaria… tantos erros que não se apagariam mesmo com minha morte, tantas pessoas que eu havia abandonado por culpa de meu egoísmo, talvez eu merecesse esse destino, pensava subindo a escada com John logo atrás de mim.
Empurrei a escotilha no teto que levava ao convés principal e o sol me cegou momentaneamente.
        “Ah, que dia bonito…” pensei melancólico afastando aos poucos a mão do rosto.

         A tripulação de piratas parou seus afazeres por um breve minuto. Mesmo sem prestar atenção, sentia seus olhares a me seguir.
       Olhei ao redor, mas não via a prancha preparada, pelo contrário, John continuou a seguir pela escada lateral em direção ao convés superior e eu o segui já sem saber o que pretendia.
        Era nostálgico tornar a subir aquelas escadas, ver aquele timão que outrora segurei junto com Kyle, o local que ele devia ter dado seu último suspiro e… nem isso fui capaz de presenciar antes de me prenderem no armazém.
      Meu olhos se encheram de lágrimas, mas não ousei deixá-las sair, não tinha esse direito. Enquanto isso, meus pés me levavam contra minha vontade aos aposentos de Kyle. John ainda diante de mim parou por um minuto antes de abrir a porta e pedir que eu entrasse. Provavelmente iriam me interrogar até conseguir todas as informações que queriam, pensei ressentido.
      O primeiro passo para dentro do aposento foi o mais difícil. Quando levantei o olhar de meus pés para o cômodo em si, vi tudo igual às minhas lembranças e meu coração ousou palpitar. Lá, no meio daquela pele de leão, aconchegado em várias almofadas repousava o corpo de Kyle.
     Ouvi a porta se fechando atrás de mim, mas eu não conseguia tirar os olhos daquele homem repousando tão sereno, trajando apenas calças que deixavam a mostra as bandagens logo acima do quadril e deitado sobre seu sobretudo a cobrir-lhe parcialmente os ombros desnudos enquanto seus longos cabelos ruivos soltos se escondiam em suas costas.

        Não consegui conter as lágrimas que começaram a correr velozes por meu rosto e ele entreabriu um pouco os olhos a me olhar.
- Vai continuar parado, cão sarnento? Parece que viu um fantasma - perguntou num tom que se assemelhava ao seu bravio e deu uma leves batidinhas cansadas ao seu lado.
      Desviei o olhar sem jeito e me aproximei a sentar acanhado ao lado dele. Meu espírito enrijecido tornava a recuperar o calor, aquecendo de dentro para fora.
- Se não cessar o choro, darei motivos de verdade para tanto - rangeu entredentes. - Ou ousa dizer que já sente saudades do armazém?
- Não estou chorando, ainda não me acostumei com a claridade - redargui esfregando os olhos com as costas das mãos.
       Ele tornou a fechar os olhos com cansaço visível e não pude evitar de lhe dirigir o olhar enquanto ele suspirava e pronunciava macio:
- É mesmo um cão sarnento.
Kyle não disse uma única palavra a mais e esse silêncio me atormentava por dentro. Era estranho vê-lo tão quieto e frágil. Desisti e me deixei cair deitado ainda próximo a ele. Me mexi um pouco e reparei em alguns fios ruivos ao meu lado quando meu braço triscou neles.
- Desculpa… - murmurei baixinho me referindo ao disparo de canhão que causara toda essa confusão.
        Seu peitoral se movia ritmado para baixo e para cima conforme ele respirava e não pude deixar de notar apenas agora que a pele de seu rosto não estava lisinha como sempre, havia um pouco de barba que estava rala de forma quase imperceptível. Ao mesmo tempo, não pude evitar de manter o olhar no rosto de Kyle e era como se toda aquela tormenta voltasse a ocorrer diante de mim…
- Não preciso de suas desculpas - proferiu. - Se vai se desculpar, não é necessário ouvir sobre o …
Tive medo de que fosse um sonho ele estar ali e acabei levando sem pensar a mão a adentrar os cabelos de Kyle que no mesmo instante cortou o que falava e estatelou os olhos em minha direção.
- Desculpa, digo… - adiantei a me corrigir. - Vou ficar quieto.
        Trazia minha mão de volta, mas Kyle a segurou e puxou em sua direção. Apenas a força que ele colocou foi o suficiente para me levar por inteiro para cima dele.
Ainda tentava assimilar a situação na minha cabeça e sequer pude me afastar quando senti sua mão livre a me envolver. Ele me puxou ainda mais para perto, me apertando com um semi-abraço. Podia sentir todo seu corpo semi-nu e seu calor do tronco desnudo tão próximo que por algum motivo tinha vergonha. Meu coração batia acelerado, minha boca estava seca e meus olhos se revezavam entre seus lábios e àquele olhar que me tragava para um profundo cinza.
          Ele não sorriu realmente, mas pra mim aquele leve mexer discreto de sua boca que se abriu deixando que a pontinha de sua língua escapasse para percorrer o exterior de meus lábios e as mordiscadas leves foram o suficiente para minha mente se perder e antes que me desse conta, eu abria os lábios por vontade própria para que sua língua entrasse quente e molhada de encontro à minha.
           Haviam tantas perguntas sem resposta, tantos pensamentos incoerentes, mas tudo se perdia com um único beijo de Kyle que me fazia fechar os olhos devagar para sentir melhor o contato de sua língua junto da minha e melhor ouvir aquele barulhinho de nossas línguas se encontrando.
        “O que está acontecendo? Na primeira vez em que me beijou, tive tanto repúdio, tanto ódio, então o que faz deste beijo tão diferente, tão gostoso a ponto de me tragar completamente?” pensava.
Tinha gosto de mistura de ervas, sua respiração ia de encontro a meu rosto e a roupa que eu vestia parecia não ser suficiente, pois conseguia sentir cada parte de seu corpo e me perguntava se por acaso ele sentia meu coração correndo a palpitar.
          Ele levou uma das mãos em minha nuca aprofundando o beijo a ponto de nossos dentes se tocarem vez ou outra e me fazendo abrir ainda mais a boca ansioso. Nossas línguas ainda se embolavam quando ele me apertou mais e manteve a pressão dos dedos enquanto descia a mão a correr por minha cintura. Simplesmente ignorou o cinto e foi para minhas nádegas, apertando com visível vigor ao mesmo tempo que elevou a perna entre as minhas, massageando com ímpeto meu membro por sobre a calça, de forma que não pude evitar de interromper o beijo com um gemido e esconder o rosto em seu peitoral nu.
        Isso me lembrou que o corte em seu abdômen não devia ter cicatrizado em apenas alguns dias, mas a essa altura não tinha opções de movimento com Kyle me limitando e ainda me tocando a ereção com a coxa.
- Mal comecei e já sente desse tanto? - falou baixo e inexpressivo. - O que foi? Não vai tentar resistir dessa vez? - perguntou sarcástico.
         Cerrei os dedos das mãos e escondi mais ainda o rosto em seu tórax, se é que era possível, quando tornei a gemer. Sem que eu esperasse, ele me virou de uma vez, me deixando de costas por cima dele. Nem bem senti sua ereção contra meu traseiro, seus dedos já alcançavam meus mamilos por debaixo da camisa e quanto mais eu buscava ar, mais este parecia me abandonar com os toques de Kyle que ora apertava meus mamilos com a pontinha dos dedos ora os acariciava com os dedos deslizando suaves e vorazes.
         Ele resvalou parte do rosto em meu pescoço e senti o atrito de sua barba rala em minha pele antes de ser mordido sem dó. Meu corpo parecia dormente, como se em cada lugar em que fosse tocado, mordido ou beijado, queimasse e abandonasse meu controle. Minha ereção pulsava e eu me remexia sem aguentar, precisava me tocar o quanto antes para aliviar, mas Kyle impediu minha mão e inverteu nossas posições, me deixando de costas naquela pele macia de leão e ficando por cima de mim. Ele sentou por um momento sobre mim, os cabelos escorriam por seu peitoral e costas contrastando com sua pele clara. Era como se pegasse fogo.
       Ainda sentado, ele rebolou esfregando sua virilha na minha e um gemido escapou de minha boca. Desafivelou meu cinto numa calmaria surreal e quando começou a puxar minhas calças, tive medo do que viria e tratei de segurar sua mão.
- Kyle, pára - pedi.
        Ele se soltou de minha mão e curvou o corpo sobre o meu, tornando a me envolver num beijo que vez ou outra fazia a pontinha de nossas línguas se esfregarem ávidas do lado de fora de nossas bocas enquanto suas longas madeixas me faziam sentir cócegas ao tocarem meu rosto e braços.
Kyle tornou a puxar minhas calças e novamente o impedi, dessa vez virando o rosto e interrompendo o beijo com certo alarme. Ele tratou de ignorar minhas mãos e com um único puxão retirou de uma vez minhas calças, me deixando somente com a camisa que em nada escondia minha ereção, e em seguida segurou sem cuidado em minhas madeixas de certo que acabei cerrando parcialmente os olhos pela dor.
- Quanto mais pretende me fazer esperar para entrar em você, cão sarnento? - perguntou deveras irritado e carrancudo.
         Fiquei em choque e cheguei a sentir o ar faltar pela pergunta.
- O que está dizendo? - perguntei sobressaltado. - Não sou nenhuma mulher pra enfiar o seu pau! E você prometeu me contar sobre o Cameron - completei exasperado.
         Seus olhos cinzas se acirraram sobre mim e ele fez uma cara de fúria como das demais vezes que ouvia o nome de Cameron e um calafrio percorreu minha coluna enquanto ele tornava a prender os dedos com mais brutalidade em minhas madeixas, como se fosse tomar meus cabelos para si.
- Arrancaram-te os olhos ou tens cérebro de mexilhão? - gritou. - Se quer tanto saber, essa era exatamente minha relação com Cameron antes de matá-lo. Sinta-se a vontade para experimentar em primeira mão, porque te faço uma mulherzinha aqui e agora, cão sarnento! - esbravejou sacudindo irado minha cabeça de um lado para o outro.
           Minha calmaria de espírito logo deu espaço ao pavor de não saber o que Kyle pretendia quando me soltou a cabeça com força. Se antes ele aparentava fraqueza e cansaço, pois agora não havia sinal de que ele não tivesse energia para dar e vender.
- Vai me obedecer nem que seja na base da força! Cale a boca e trate de ficar de quatro para mim como o cão que é! - grunhiu, virando meu corpo de bruços e imobilizando meu braço em minhas costas com sua mão.
- Está doendo, vai quebrar meu braço assim - apelei tentando me soltar, mas não deu certo e ele colocou mais força.
        Meus sentidos atiçados enlouqueceram por completo quando ouvi o barulho do tecido de sua roupa e em seguida senti algo duro e quente pressionando contra minhas nádegas. Virei o pouco que consegui do rosto e tornei a insistir.
- Por que eu?! - esbravejei com a voz trêmula. - Você pode dormir com quantas mulheres quiser, por que persiste em me tratar como seu objeto?
        Meu corpo deu um solavanco forte para frente no que ele me deu um tapa no traseiro.
- Porque você me pertence! - respondeu indiferente e seco.
         As próximas palavras que sairiam com medo se perderam no caminho até minha boca e deram lugar a um grito de dor quando senti seu pênis me invadindo de pouco em pouco com dificuldade.
       A parte da frente de meu corpo estremecia tanto que deixei cair ao chão e segurei com afinco numa almofada próxima cerrando os dentes e os olhos conforme sentia meu interior sendo expandido cada vez mais. Senti algo quente escorrer pela perna, devia ser sangue, pensei.
         A dor era incomensurável, a vergonha incontável e a humilhação infindável. O membro dele parecia tão grande dentro de mim que não sabia como havia entrado, mesmo assim, aquela sensação de tesão não diminuía.
- Sa… sai logo de dentro de mim - pedi, sentindo as pernas tremerem.
       Ele se mexeu um pouco e tudo o que isso fez foi piorar a sensação de ardência e eu acabei soltando mais um murmúrio de dor enquanto trincava os dentes e buscava fôlego.
- É tão diferente das outras vezes? Não devia estar acostumado já que não corre só atrás de rabo de saia como de calça, cão sarnento? - inquiriu frio.
- Quê? Está falando de você? - busquei forças para rebater com o mesmo sarcasmo. - É a minha primeira vez na vida fazendo isso, seu pirata cabeça oca, jegue, cabeça de bagre! - esbravejei apertando mais os nós dos dedos no macio das almofadas.
          Um riso alto ecoou pelo quarto. Ele soltou gargalhadas como eu nunca havia ouvido ou sequer imaginado por causa de sua expressão sempre fria e de poucos amigos.
- Essa foi a pior piada que ouvi na vida - continuava a rir. - O que você é, uma criança?
        Eu não via graça nenhuma, pelo contrário, me irritava ele zombar de mim.
- Cale a boca! - esbravejei. - Eu… apenas nunca senti vontade de fazer isso com alguém antes… - murmurei sem jeito sem entender por que dizia isso a ele.
        “É estranho… mesmo ele sendo um homem, tendo um corpo completamente diferente de uma mulher, ele me deixa tão atiçado, tão quente… eu não compreendo.” pensava.

            Os risos pararam e ele respondeu numa voz mais séria:
- Então trate de apreciar, porque não dou esse privilégio para qualquer um - tornou a rebater.
        Não compreendi o que ele queria dizer. Ele tinha algum parâmetro de com quais pessoas transava? Se fosse, então ele devia ter feito várias vezes e com várias pessoas… Eu sabia que não era o primeiro, mas me deixava indignado saber que ele estava fazendo comigo o mesmo que devia ter feito com aquela mulher de Nab’ha e com várias outras, afinal, do jeito que ele me tratava, só podia imaginar que não havia como ele aguentar tanto tempo em alto mar sem sentir desejo por sexo.
       Ele soltou meu braço antes imobilizado, suspendeu minha camisa e lambeu minhas costas antes de levar a mão a massagear meu pênis. Não tinha sentido me sentir mais constrangido a essa altura, mas tentei esconder meu rosto com as mãos, com as almofadas, com o que havia na minha frente. Era enlouquecedor a forma como ele me tocava na cabeça do membro e como descia e subia por toda a extensão. Fechava os olhos, mas as sensações eram ainda mais estrondosas e vívidas. Os gemidos voltavam, meu rosto e até minhas orelhas queimavam de vergonha e meu membro cada vez mais duro entre os dedos de Kyle estava pegando fogo.
- Ky…le… eu vou… - um gemido entrecortou minha fala.
           Minhas pernas ainda estavam bambas quando Kyle segurou meu pênis me impedindo de gozar antes de começar a se mexer dentro de mim. A dor se mesclava ao tesão que eu sentia e dava lugar a um prazer crescente que me fazia ansiar por sentir mais do Kyle dentro de mim.
       Meus gemidos preenchiam o aposento e pude perceber que Kyle ficara mais duro enquanto ia e vinha em meu interior. Ah, aquilo era enlouquecedor e eu não sabia até que ponto conseguiria aguentar a vontade de gozar. Senti seu corpo se inclinar sobre o meu e seus cabelos faziam cócegas em minhas costas.
- Ky… ma…aais - pedi com a voz saindo num longo gemido.
          Ele soltou meu pênis e puxou meus braços para trás forçando mais algumas estocadas até que acabei vindo e ele logo em seguida. Algo quente me preencheu, era estranho, mas agradável e prazeroso.
         Respirava sem fôlego e ouvia ele igualmente cansado. Sem sair de mim, ele me virou e ficamos frente a frente. Pensei que não sentiria tanta vergonha se estivesse vendo seu rosto e antecipasse o que ele faria, mas era bem pior, como se eu fosse morrer de vergonha só de ver sua expressão me olhando tão profunda, esquadrinhando cada parte de meu corpo. Ele me abraçou possessivo e eu retribui o abraço ainda que sem a mesma intensidade. Seu rosto estava tão próximo e inevitavelmente acabamos nos beijando a ponto de eu quase desmaiar por falta de ar, mas não me importaria nem um pouco se isso significasse continuarmos assim.
- Tomarei todo seu corpo virgem para mim até que seja impossível não me obedecer. Se ousar permitir que outros lhe vejam assim, eu te mato - proferiu sem fôlego.
         Sua voz era enlouquecedora por si só e me deixava com os pêlos do corpo eriçados. Me perguntava que cara estava fazendo agora, mas as maçãs de meu rosto queimavam e senti Kyle tornou a ficar duro dentro de mim da mesma forma que eu estava igualmente atiçado por aquele corpo. Ele recomeçou a se mexer e eu o acheguei com um abraço, segurando seus cabelos entre os dedos e fechando os olhos conforme ele continuava a me invadir e os gemidos escapulirem. O cheiro dele e seu corpo tão próximo do meu me incitavam muito mais e novamente cheguei ao clímax antes dele.
         Quando seu corpo caiu sobre o meu, respirávamos ávidos por ar. Não conseguia achar forças para nada, mas fiquei com certo peso na consciência quando senti um líquido quente a escorrer por sobre minha barriga e pelo cheiro logo soube que era sangue.
        Meus olhos pesavam contra minha vontade no que Kyle saiu de dentro de mim e se levantou ajeitando as calças. Seu rosto estava pálido e a última coisa de que me recordo é dele cambaleando até a porta sem nada dizer e deixando um rastro de gotas de sangue pelo chão. No mais, não lembro dele saindo do aposento enquanto deixava para trás meu coração ainda a bater tão rápido como se fosse parar.


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