7.9.15

Kimi o ai Hajimeru Capitulo 16 por Rima-san


Capitulo 16
Novo ano , novo começo

Ultimo dia do ano.
Como combinado tinha ido jantar a casa da mãe de Shuji, Naomi não podia estar mais animada, com a presença do filho, tinha preparado uma verdadeira ceia e Miyu estava eufórica, teve mesmo uma pequena guerra com o irmão afim de ficar com o lugar ao lado de Tadashi, mas como era evidente perdeu para Shuji.

        No final o casal se decidira a fazer uma caminhada até á cidade, as ruas estavam iluminadas e cheias de pessoas, ainda assim o calor humano não era suficiente para aquecer Tadashi que sentia seus pés gelar, seu nariz doer de frio e agarrava ao braço de Shuji para se sentir mais quente ao mesmo tempo para não se perder dele na multidão.
_ Se quiseres ir para casa… tudo bem._ Shuji falou retirando a mão do bolso  para acender o cigarro pendurado eu seus lábios.
_Não, eu quero passar o ano novo contigo…_Falou com a voz trémula e um sorriso enviusado se formou nos lábios de Shuji.
_ Podemos passa-lo na cama juntos é igual…_ Logo levou um encontrão de Tadashi e ainda assim se desatou a rir.
_Quando largas esse vicio? Disseste que ias parar de fumar!_ Foi o seu jeito de mudar de assunto e enquanto caminhavam pela rua, uma menina ofereceu-lhe balões, Tadashi olhava corado o balão que segurava pela fitinha azul, era transparente e olhando á sua volta mais pessoas tinham balõezinhos e isso de algum modo o alegrava.
_Coisas de crianças te animam…_ Shuji retorquiu, seu cigarro quase no final.
_Olha quem fala…_ Tadashi desviou o olhar para a mão de Shuji que segurava o balão, enquanto caminhavam em direção ao templo, a fila de pessoas em direção ao templo avistava-se demoraria um tempo até conseguirem fazer suas orações, os sinos já tinham começado a tocar e o silencio era quase sagrado, demorou um tempo até darem as 108 badaladas, assim dando na ultima badala as pessoas largaram os balões que subiram o céu noturno , Tadashi olhava os balões desaparecer, como magia no ar e foi surpreendido por Shuji que o abraçou e deixou sues lábios ir aos do encontro do seu namorado e no meio daquela multidão o beijo se tornou longo e intenso.

       Nada mais importava, nem mesmo as pessoas que os rodeavam, era o momento deles, entravam num novo ano  unidos e pela longa fila que ia lentamente na direção do templo permaneceram de mãos dadas e assim que chegou a suas vezes fizeram as suas preces, novo ano, significava coisas novas…. Um futuro impossível de decifrar,  cheio de coisas boas e por vezes coisas difíceis.
      Desciam a escadaria, quando Tadashi retirou do bolso um pequeno omamori, de tecido vermelho com algumas flores de cerejeira delicadamente desenhadas, o fio enlaçado tinha um pequeno gizo que cintilava a cada gesto e logo isso chamou as atenções de Shuji.
_ Shuji… eu … comprei isso, pensando em ti._ E esticando a mão deixou o saquinho cair na mão grande de Shuji._ Então eu gostava que tu andasses com ele.
_Por essa eu não esperava…._ coçou a cabeça, olhando em redor._ Eu não comprei nenhum omamori para ti…
_Não precisas, este chega para dar sorte aos dois._ Sorriu e agarrado ao braço dele se encostou a ele enquanto caminhava.
_Vem comigo…_ Shuji disse meio rouco puxando por Tadashi e pulou a pequena cerca de madeira que ladeava o arvoredo em volta do tempo.
_Shuji que pensas que estas a fazer?_ Tadashi perguntou ainda assim caminhando atrás de Shuji, não existia nenhum trilho, apenas arvores e cada vez mais escuro pois a luzes da cidade se tornavam mais extintas.
_Que tu achas?_ Shuji perguntou-se virando para Tadashi, as folhas que calcavam rangiam e as vozes das pessoas festejando o ano novo se tornavam longínquas._ Olha._ Apontou para o ceu, límpido e coberto de estrelas, anunciando a noite gélida.
_É bonito…._ Tadashi comentou olhando o céu, o reflexo das estrelas parecia brilhar em seus olhos e foi surpreendido por Shuji que o abraçou pelas costas, estalando um beijo na sua bochecha fria.
_Quero fazer amor contigo aqui…_ Segredou ao ouvido de Tadashi, que congelou ouvindo o pedido.
_Quê?_ Sua vou saiu fraca, sendo apossado por um beijo, seus passos eram desnorteantes e foi por acabar batendo contra uma arvore.
_Quero fazer amor agora.._ Tornou a repetir, encostando-o contra a arvore de troco largo, seus dedos brincavam com o cabelo castanho do garoto, que ainda tentava digerir o pedido do seu namorado, não era uma coisa normal querer fazer sexo ao ar livre ainda para mais numa plena noite de Janeiro fria, contudo não tinha por onde escapar, sentia a ereção de Shuji cutucar seu traseiro e aquela excitação começava a formigar em todo o seu corpo.


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