24.3.16

Tulipa Vermelha Capitulo 11 por Rima-san


Capitulo 11
O Mestre, aquele que controla o bem e o mal

            A porta rangeu e Kaoru só teve tempo de pegar suas roupas e se esconder atrás de Mamoru cheio de pudor, todo os eu corpo se arrepiou e não de frio ao vislumbrar aquele semblante pálido que mais parecia ser feito de cera e aqueles caninos afiados se mostrarem no sorriso afiado daquele vampiro que devia julgar que ainda estavam no seculo passado.
_Hiromi-sama!_ Mamoru berrou ao o fitar e não caminhou violentamente até ele para estapear a cara porque Kaoru segurava-lhe pelo braço fortemente._ Foi você não foi?
_ Meus dentes não tocaram nessa deliciosa carne…_ Argumentou caminhando na sua direção._ Mas alguém aqui já…_ Tocou Mamoru no queixo encarando aqueles olhos cheios de ódio.
_Porque fica examinando e tocando quem nem sequer lhe deu autorização?_ Afastou-se daquele toque e Hiromi retribuiu-lhe com  um sorriso.

_ Estás assim bravo, mas não fui eu que o prendi aqui._ Cruzou seus braços sua camisa de babados descia-lhe pelos ombros e seu cabelo loiro tão claro parecia branco como uma fatia de lua._ Foi o teu irmão.
_Como ordens de quem?_ Kakoru se escondia atrás dele escutando a conversa que para ele já estava sendo demasiado agressiva.
_Mamoru… tem calma._ Pediu olhando suas roupas junto dos seus pés.
_Porque não ouves o que ele te diz e acalmas-te? Não lhe fiz nada de mal…_ Afirmou convicto._ Mas esse humano devia ter mais cuidado.
_Porquê?_ Mamoru insistiu.
_Os olhos estão demasiado pálidos para o meu gosto._ Mas essa justificação não parecia ser o suficiente para Kaoru nem mesmo para Mamoru._ O sangue dele é fraco, não sei como gostas dele.
_Só está dizendo isso para me provocar!_ Mamoru rebateu ficando ainda mais bravo.
_Pensa como quiseres… humano._ Dirigiu-se a Kaoru que lhe estivesse preste a dar uma ordem._ É perigoso andar com um vampiro e o cheiro da morte o acompanha, para que ele não se entranhe em suas têmporas deve abandonar Mamoru-kun.
_Quem tem que decidir isso é ele!_ Mamoru rebateu sabendo que as palavras de Hiromi traziam um mau presságio.
_Tens razão, quem decide é ele._ Afastou-se e antes de fechar a porta seus olhos azulados visualizaram aqueles dois._ Não precisas de ficar com ciúmes não tenho interesse em homens._ E dito isso fechou a porta.
_Aquele desgraçado, um dia desses eu o mato!_ Bateu com o punho numa mesa velha de madeira.
_Já passou…_ Kaoru disse baixinho vestindo as suas roupas.
_ Kaoru desculpa por essa confusão toda._ Se agachou junto dele e Kaoru acabou por acariciar-lhe o rosto.
_Não tem mal…a culpa foi mesmo minha de vir até aqui._ Mamoru lhe abotoava a camisa e ele olhava aqueles dedos ágeis._ Não te preocupes eu não te vou deixar… eu não tenho medo da escuridão que me possa rodear.
_Devias ter…_ Advertiu puxando por seu braço._ Se algo que te acontecer ficarei me culpando por toda a eternidade.
_”Mamoru” significa “proteger” então tenho a certeza que nada me vai acontecer de ruim._ Ousou beijar-lhe os lábios mas Mamoru rejeitou sua demostração de afeto.
_ Anda vou-te levar a casa._ Agarrou-o pela mão tirando daquele quarto._ Chega de aventuras por hoje._ Subiu a escadaria de mão dada com Kaoru e quando estava prestes para sair alguém chamou por si.
_Mamoru! Mamoru! Andas-te metido em problemas?_ A vampira loira correu para até junto dele, a mesma que Kaoru tinha visto da outra vez.
_Miyo-chan depois falamos._ Puxou por Kaoru que ainda estava comtemplando a beleza da menina.
_Ah não me deixa falando sozinha!_ Resmungou indo atrás dele.
_Me deixa e vê se veste roupa decente esses calções parecem mais umas cuecas e esse decote é para arejar alguma coisa?_ Desdenhou deixando Miyo brava.
_Eita! Ao menos podias apresentar essa fofura… já é a segunda vez que o vejo…_ Abanou seus longos cabelos loiros seus cílios longos se moveram sedutoramente na direção de Kaoru.
_Sou Yamazaki Kaoru._ Disse tímido sentindo-se observado em demasia.
_Essa é a chata da Miyo._ Mamoru avançou._ Pronto apresentações feitas vamos embora._ Mamoru não quis ouvir mais nada vindo de Miyo e saiu disparado puxando Kaoru, que não entendia a pressa, tinha sido uma vitima ali dentro, mas se era a casa de Mamoru não podiam ser todos maus, de facto não compreendia o porquê das pressas.
E Mamoru sabia, sabia que viver ali era uma maldição, levar alguém para lá tão desprotegido era arrastar Kaoru para sua maldição a mesma que fizera á décadas atrás.

5 comentários:

  1. boa tarde Rima acabei de ler o capitulo de tulipa vermelha, estou adorando.obrigada pela historia

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  2. boa tarde Rima acabei de ler o capitulo de tulipa vermelha, estou adorando.obrigada pela historia

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  3. Eu que agradeço por ler Dineia
    Assim uma pessoa tem vontade de escrever mais capitulos

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  4. Rima, essa meio que seria a "família do Mamoru"? Porque parece que o negócio está meio complicado para o lado do Kaoru.

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  5. Sim é meio que a família do mamoru porque vivem juntos à anos
    O kaoru tem é que se por fino

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